Resenha | Pantera Negra - 7 marte Resenha | Pantera Negra - 7 marte

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Resenha | Pantera Negra

Filme bastante autoral é uma das melhores produções da Marvel. 

Resenha | Pantera Negra

Sinopse: Após os eventos de Capitão América: Guerra Civil, T'Challa (Chadwick Boseman) retorna para casa, na nação reclusa e tecnologicamente avançada de Wakanda, para servir como o novo líder. Mas quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra precisa prevenir que o país seja levado a uma guerra mundial.

Resenha: No universo cada vez mais raso de produções da Marvel, é sempre um alívio quando um filme consegue imprimir uma marca própria e até mesmo autoral. Este é o caso de "Pantera Negra". Não apenas o diretor Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar) apresenta uma visualidade própria, numa composição que abusa das cores vibrantes presentes no continente africano, como as temáticas aqui abordadas estão anos-luz da neutralidade até então vista no estúdio. Discussões sobre política estrangeira, preconceito e opressão tornam-se comuns nesse longa, cuja maior qualidade é evitar o maniqueísmo. Aqui, o vilão vivido por Michael B. Jordan (também de Creed) tem motivações muito claras, e por mais que você não concorde com elas, é possível entender o que o levou a pensar daquela maneira. Além disso, o filme não tenta disfarçar a seriedade de um conflito por meio de piadinhas deslocadas (como foi feito em Guerra Civil); as brigas são sérias, e têm consequências sérias. Um dos filmes mais adultos da Marvel, e uma das suas melhores produções.

Resenha | Pantera NegraFICHA TÉCNICA:
Título: Pantera Negra
Direção: Ryan Coogler
Roteiro: Ryan Coogler e Joe Robert Cole
Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong'o
Gênero: Aventura
País: EUA
Ano: 2018
Título original: Black Panther
Nota: ⭐⭐⭐⭐

Assista ao trailer legendado de Pantera Negra

Um comentário:

  1. Filme interessante, muitas coisas para analisar sobre isso. É importante dizer que toda essa produção expõe fortemente uma cosmovisão, ou seja, uma forma de enxergar o mundo nas diversas áreas da vida; e que todo o roteiro foi projetado para convencer o público da mesma. Vale a pena assistir? Sim! O gráfico do filme é de cair o queixo, as cenas de ação são muito eletrizantes, os rituais simbolizando as tradições tribais africanas nos transportam para uma realidade totalmente diferente da nossa. As atuações dos atores estão sensacionais, eles incorporaram os papéis de forma magistral, mas entre tantas estrelas, há um nome que roubou corações: Michael B. Jordan (Michael do óptimo " Filme Fahrenheit 451”), na pele de Killmonger, um vilão impossível de odiar, realmente muito cruel sem traços caricatos e exagerados. A forma como a tecnologia foi perfeitamente agregada à cultura africana foi simplesmente incrível. Os efeitos visuais e a agregação do moderno com o antigo foi, sem dúvida, fantástico. Um dos melhores e mais criativos filmes que já li no cinema.

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